The Originals
Composição: Almir Bezerra
Parece que foi ontem
Que a turma se encontrava
Na esquina de um bairro qualquer
E todos combinavam pra no fim de semana
Sair, se divertir pra valer
A melhor roupa todos iam botar,
Pra gatinha se impressionar
Um polimento na pintura do carrão
Para fazê-lo brilhar
Gumex no cabelo, perfume lancaster
Jaqueta e a camisa balon
Chegava lá no clube ou numa boite
Dançar a noite inteira era bom
Parava o carro bem de frente pro mar
Ou numa rua escura pra namorar
Sem medo do perigo, só pensando em amar
A gente era feliz e não sabia
Pensava só em festa todo dia
Beatles, Rolling Stones, faziam todo mundo dançar
A gente era feliz e não sabia
Pensava só em festa todo dia
A vida era tão boa pra quem sabia sonhar
A gente era feliz e não sabia, essa frase hoje e muito usada em Itapecuru!!!
mas por que?????
quais os motivo????
por qual razão?????
sera????
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Governo propõe trocar tributo da banda larga de ICMS para ISS
por: Erika Sena
GUARUJÁ - A expansão do serviço de banda larga no Brasil poderá gerar uma nova guerra fiscal - desta vez entre estados e municípios. Isso porque a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República estuda apresentar uma proposta que mudaria a tributação do serviço, atualmente enquadrada no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e cobrada pelos estados. Segundo o ministro Daniel Barcelos Vargas, a ideia é enquadrá-lo no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), cobrado pelos municípios, reduzindo as alíquotas e, consequentemente, barateando o serviço.
As linhas gerais desse estudo foram apresentadas ontem, por Vargas, no 53º Painel da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), realizado no Guarujá, no litoral paulista, e que reuniu representantes do setor privado e do governo para discutir um projeto nacional de expansão da banda larga.
Para Vargas, trocar o ICMS pelo ISS seria uma maneira de estimular o crescimento do setor. "Minha provocação é para que seja repensado o modelo de se ofertar serviços de internet", explica. Ele conta que estão havendo discussões com o Ministério das Comunicações e com a Presidência da República, e que se está em busca de um diálogo com o Ministério da Cultura e da Educação. "Isso tudo pode ser incorporado dentro do que o governo está fazendo [projeto de banda larga nacional]", argumenta. Segundo ele, o projeto de tributação ainda está em fase inicial e deve ser concluído ainda este ano. "O que sair este ano, saiu. No ano que vem é muito mais difícil, por ser um ano eleitoral", revelou.
A carga fiscal foi um dos principais temas do evento, sendo considerada pelas empresas do setor o principal vilão dos projetos de expansão da banda larga no Brasil. Segundo os dados apresentados, a incidência de tributos sobre os serviços de telefonia fixa e móvel chega a 43% da receita líquida do setor, que fechou 2008 com um faturamento bruto de R$ 178 bilhões. No ano passado, os governos arrecadaram R$ 41,1 bilhões, em tributos, com o setor de telecomunicações.
Antonio Carlos Valente, presidente da Telebrasil e do grupo Telefônica, concorda em parte com a reforma, e afirma que não basta diminuir o ICMS, mas analisar toda a cadeia envolvida. "A proposta de reforma é para simplificar o sistema tributário nacional. Se beneficiar todas as empresas, beneficiará também o setor de telecomunicações", ressaltou. Ele afirma que o projeto atual de reforma tributária pode, sim, aumentar alguns impostos relacionados ao setor de telecomunicações, mas acredita que "projetos são passíveis de aprimoramento".
Germano Rigotto, membro do Conselho do Desenvolvimento Econômico e Social e ex-governador do Rio Grande do Sul, fez um ácido discurso sobre o programa tributário vigente no País, além de criticar a demora da aprovação da reforma tributária por falta de mobilização do Congresso Nacional. "Outras prioridades foram dadas, e o projeto foi abandonado no primeiro mandato do presidente Lula", reclamou Rigotto. Segundo ele, a reforma também não teve andamento durante o ano de 2008, e agora só deve ser retomada no próximo mandado presidencial, em 2011.
Universalização
Outra proposta apresentada no 53º Painel Telebrasil foi a utilização dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) para a implantação de banda larga. Eduardo Costa, diretor de inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, explica que o Fust possui R$ 6,7 bilhões para serem investidos no sistema. "O fundo está travado com um montante imenso de dinheiro", disse. "Nós vamos destravá-lo com este projeto."
Para Costa, a Copa do Mundo será uma grande oportunidade de negócios para o Brasil, já que será recebido cerca de 1 milhão de turistas no País, que devem se comunicar com aproximadamente outros 10 milhões de pessoas de seu país de origem. "A comunicação entre eles vai ser intensa. Precisamos de banda larga móvel capaz de surpreender o turista que virá ao Brasil", declarou.
No mesmo sentido, o diretor de Serviços e Universalização do Ministério das Comunicações, Átila Souto, disse, durante o evento, que o governo deverá lançar, até outubro, o plano nacional de internet de banda larga. "A ideia é massificar o uso da banda larga entre as classes C, D e E", afirmou. Segundo ele, a elaboração da proposta está na reta final e envolverá outros ministérios, como o da Saúde, da Educação e do Meio Ambiente.
fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=298932&editoria=
GUARUJÁ - A expansão do serviço de banda larga no Brasil poderá gerar uma nova guerra fiscal - desta vez entre estados e municípios. Isso porque a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República estuda apresentar uma proposta que mudaria a tributação do serviço, atualmente enquadrada no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e cobrada pelos estados. Segundo o ministro Daniel Barcelos Vargas, a ideia é enquadrá-lo no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), cobrado pelos municípios, reduzindo as alíquotas e, consequentemente, barateando o serviço.
As linhas gerais desse estudo foram apresentadas ontem, por Vargas, no 53º Painel da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), realizado no Guarujá, no litoral paulista, e que reuniu representantes do setor privado e do governo para discutir um projeto nacional de expansão da banda larga.
Para Vargas, trocar o ICMS pelo ISS seria uma maneira de estimular o crescimento do setor. "Minha provocação é para que seja repensado o modelo de se ofertar serviços de internet", explica. Ele conta que estão havendo discussões com o Ministério das Comunicações e com a Presidência da República, e que se está em busca de um diálogo com o Ministério da Cultura e da Educação. "Isso tudo pode ser incorporado dentro do que o governo está fazendo [projeto de banda larga nacional]", argumenta. Segundo ele, o projeto de tributação ainda está em fase inicial e deve ser concluído ainda este ano. "O que sair este ano, saiu. No ano que vem é muito mais difícil, por ser um ano eleitoral", revelou.
A carga fiscal foi um dos principais temas do evento, sendo considerada pelas empresas do setor o principal vilão dos projetos de expansão da banda larga no Brasil. Segundo os dados apresentados, a incidência de tributos sobre os serviços de telefonia fixa e móvel chega a 43% da receita líquida do setor, que fechou 2008 com um faturamento bruto de R$ 178 bilhões. No ano passado, os governos arrecadaram R$ 41,1 bilhões, em tributos, com o setor de telecomunicações.
Antonio Carlos Valente, presidente da Telebrasil e do grupo Telefônica, concorda em parte com a reforma, e afirma que não basta diminuir o ICMS, mas analisar toda a cadeia envolvida. "A proposta de reforma é para simplificar o sistema tributário nacional. Se beneficiar todas as empresas, beneficiará também o setor de telecomunicações", ressaltou. Ele afirma que o projeto atual de reforma tributária pode, sim, aumentar alguns impostos relacionados ao setor de telecomunicações, mas acredita que "projetos são passíveis de aprimoramento".
Germano Rigotto, membro do Conselho do Desenvolvimento Econômico e Social e ex-governador do Rio Grande do Sul, fez um ácido discurso sobre o programa tributário vigente no País, além de criticar a demora da aprovação da reforma tributária por falta de mobilização do Congresso Nacional. "Outras prioridades foram dadas, e o projeto foi abandonado no primeiro mandato do presidente Lula", reclamou Rigotto. Segundo ele, a reforma também não teve andamento durante o ano de 2008, e agora só deve ser retomada no próximo mandado presidencial, em 2011.
Universalização
Outra proposta apresentada no 53º Painel Telebrasil foi a utilização dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) para a implantação de banda larga. Eduardo Costa, diretor de inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, explica que o Fust possui R$ 6,7 bilhões para serem investidos no sistema. "O fundo está travado com um montante imenso de dinheiro", disse. "Nós vamos destravá-lo com este projeto."
Para Costa, a Copa do Mundo será uma grande oportunidade de negócios para o Brasil, já que será recebido cerca de 1 milhão de turistas no País, que devem se comunicar com aproximadamente outros 10 milhões de pessoas de seu país de origem. "A comunicação entre eles vai ser intensa. Precisamos de banda larga móvel capaz de surpreender o turista que virá ao Brasil", declarou.
No mesmo sentido, o diretor de Serviços e Universalização do Ministério das Comunicações, Átila Souto, disse, durante o evento, que o governo deverá lançar, até outubro, o plano nacional de internet de banda larga. "A ideia é massificar o uso da banda larga entre as classes C, D e E", afirmou. Segundo ele, a elaboração da proposta está na reta final e envolverá outros ministérios, como o da Saúde, da Educação e do Meio Ambiente.
fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=298932&editoria=
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
A era do Administrador

Porque os Estados Unidos são o país mais bem-sucedido do mundo? Porque são um país que resolveu o problema da miséria e da estagnação econômica, ao contrário do Brasil?
O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais.
Dezenove por centro dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e por enquanto a que dá o tom ao resto da nação.
Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo. Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo!
De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.
Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.
Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.
Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por “empresários” que aprendiam administração no tapa. Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó.
O que o aumento da participação dos administradores na gestão das empresas significará para o Brasil? Uma nova era muito promissora. Finalmente seremos administrados por profissionais, e não por amadores. Daqui para a frente, 75% das empresas não quebrarão nos primeiros quatro anos de vida, e nossos investimentos gerarão empregos, e não falências.
Em 2010, teremos 2 milhões de administradores formados, e se cada um empregar vinte pessoas haverá 40 milhões de empregos novos. Será o fim da exclusão social.
Administradores nunca foram ouvidos por políticos e deputados nem concorriam a cargos públicos. Em 2010, é muito provável que teremos nosso primeiro presidente da República formado em administração. Por incrível que pareça, nunca tivemos um executivo no Executivo.
Muitos de nossos ministros e governantes aprendiam administração no próprio cargo, errando a um custo social imenso para a nação. Foi-se o tempo em que o mundo era simples e não havia necessidade de ter um curso de administração para ser um bom administrador.
Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou de que, “se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia”.
Não quero exagerar a importância dos administradores, mas somente lembrar que eles são o elo que faltava. Ordem não gera progresso, estabilidade econômica não gera crescimento de forma espontânea, sempre há a necessidade de um catalisador.
Não será uma transição fácil, pois as classes dominantes não aceitam dividir o poder que têm. Há muita gente interessada em manter essa bagunça e desorganização, como vivem denunciando Luiz Nassif, Arnaldo Jabor e José Simão. Gente que é contra supervisão, eficiência e organização.
Administradores têm pouco espaço na imprensa para defender suas idéias e soluções. Em pleno século XXI, sou um dos raros administradores com uma coluna na grande imprensa brasileira, e mesmo assim mensal. Peter Drucker há quarenta anos tem uma coluna semanal em dezenas de jornais americanos, ele e mais trinta gurus da administração.
Administradores têm outra forma de encarar o mundo. Eles lutam para criar a riqueza que ainda não temos. Economistas e intelectuais lutam para distribuir a pouca riqueza que conseguimos criar, o que só tem gerado mais impostos e mais pobreza.
Se esses 2 milhões de jovens administradores que vêm por aí ocuparem o espaço político que merecem, seremos finalmente um país bem administrado, com 500 anos de atraso. Desejo a todos coragem e boa sorte.
Este artigo foi publicado por Stephen Kanitz (www.kanitz.com.br), na Revista Veja em 5 de janeiro de 2005, página 21.
Fonte: imprensa
O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais.
Dezenove por centro dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e por enquanto a que dá o tom ao resto da nação.
Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo. Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo!
De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.
Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.
Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.
Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por “empresários” que aprendiam administração no tapa. Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó.
O que o aumento da participação dos administradores na gestão das empresas significará para o Brasil? Uma nova era muito promissora. Finalmente seremos administrados por profissionais, e não por amadores. Daqui para a frente, 75% das empresas não quebrarão nos primeiros quatro anos de vida, e nossos investimentos gerarão empregos, e não falências.

Em 2010, teremos 2 milhões de administradores formados, e se cada um empregar vinte pessoas haverá 40 milhões de empregos novos. Será o fim da exclusão social.
Administradores nunca foram ouvidos por políticos e deputados nem concorriam a cargos públicos. Em 2010, é muito provável que teremos nosso primeiro presidente da República formado em administração. Por incrível que pareça, nunca tivemos um executivo no Executivo.
Muitos de nossos ministros e governantes aprendiam administração no próprio cargo, errando a um custo social imenso para a nação. Foi-se o tempo em que o mundo era simples e não havia necessidade de ter um curso de administração para ser um bom administrador.
Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou de que, “se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia”.
Não quero exagerar a importância dos administradores, mas somente lembrar que eles são o elo que faltava. Ordem não gera progresso, estabilidade econômica não gera crescimento de forma espontânea, sempre há a necessidade de um catalisador.
Não será uma transição fácil, pois as classes dominantes não aceitam dividir o poder que têm. Há muita gente interessada em manter essa bagunça e desorganização, como vivem denunciando Luiz Nassif, Arnaldo Jabor e José Simão. Gente que é contra supervisão, eficiência e organização.
Administradores têm pouco espaço na imprensa para defender suas idéias e soluções. Em pleno século XXI, sou um dos raros administradores com uma coluna na grande imprensa brasileira, e mesmo assim mensal. Peter Drucker há quarenta anos tem uma coluna semanal em dezenas de jornais americanos, ele e mais trinta gurus da administração.
Administradores têm outra forma de encarar o mundo. Eles lutam para criar a riqueza que ainda não temos. Economistas e intelectuais lutam para distribuir a pouca riqueza que conseguimos criar, o que só tem gerado mais impostos e mais pobreza.
Se esses 2 milhões de jovens administradores que vêm por aí ocuparem o espaço político que merecem, seremos finalmente um país bem administrado, com 500 anos de atraso. Desejo a todos coragem e boa sorte.
Este artigo foi publicado por Stephen Kanitz (www.kanitz.com.br), na Revista Veja em 5 de janeiro de 2005, página 21.
Fonte: imprensa
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domingo, 16 de agosto de 2009
ENCONTRO DE ADMINISTRADORES
Heeeei! Goiânia!
Não deu prá segurar a barra
Então estou chegando!
Heeeei! Goiânia!
Avisa aqueles olhos lindos
Que eu já estou chegando...
Estão organizando um grupo para ir a Goiânia a turma da Universidade, eu estou querendo ir vai depende da situação financeira.
Pois o Encontro de Campina Grande na Paraiba foi otimo e espero que o de Goiânia seja melhor.
Não deu prá segurar a barra
Então estou chegando!
Heeeei! Goiânia!
Avisa aqueles olhos lindos
Que eu já estou chegando...
Estão organizando um grupo para ir a Goiânia a turma da Universidade, eu estou querendo ir vai depende da situação financeira.
Pois o Encontro de Campina Grande na Paraiba foi otimo e espero que o de Goiânia seja melhor.
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Goiânia,
ITAPECURU
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
MATADOURO DE ITAPECURU
Depois de muita brigas
Depois de muito bate boca
Depois de varias denuncias
Depois .... depois.... e depois......
Finalmente as obras do Novo Matadouro Publico de Itapecuru ja iniciaram, ja esta na fase de terraplanagem, pelo projeto a estrutura do matadouro sera industrial, com piscinas para dejetos cobertas.
O novo matadouro acabara com o mal cheiro naquela area, pois o atual matadouro foi feito fora dos patrões minimo de higiene e os dejetos era lançandos ao ar livre e dentro de um açude a céu aberto.
O Novo Matadouro fica proximo ao antigo, em uma area hoje ja cercada por industrias de ceramicas com o grande fluxo de trabalhandores, que nao suportavam o odor em torno do matadouro
A previsão da conclusão da obras e de aproximadamente 1(um) ano.
Depois de muito bate boca
Depois de varias denuncias
Depois .... depois.... e depois......
Finalmente as obras do Novo Matadouro Publico de Itapecuru ja iniciaram, ja esta na fase de terraplanagem, pelo projeto a estrutura do matadouro sera industrial, com piscinas para dejetos cobertas.
O novo matadouro acabara com o mal cheiro naquela area, pois o atual matadouro foi feito fora dos patrões minimo de higiene e os dejetos era lançandos ao ar livre e dentro de um açude a céu aberto.
O Novo Matadouro fica proximo ao antigo, em uma area hoje ja cercada por industrias de ceramicas com o grande fluxo de trabalhandores, que nao suportavam o odor em torno do matadouro
A previsão da conclusão da obras e de aproximadamente 1(um) ano.
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